Paulo Boff explica como a disrupção tecnológica afeta o serviço farmacêutico

Em entrevista ao programa Entrevista Farmacêutica, do CFF, o Conselheiro Federal por Santa Catarina, Paulo Boff, explica como a interação tecnológica de múltiplas inovações criadas neste século criam uma “disrupção”- ou destruição criativa – remodelando não apenas modelos de negócios e serviços, mas também os próprios conceitos de trabalho em saúde.

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“A convergência de múltiplas tecnologias tem levado vários especialistas na área da saúde a projetar que, em um prazo de cinco anos, tudo o que sabemos sobre o trabalho de cuidado à saúde pode mudar. Por exemplo, no Japão, já existem robôs cumprindo o papel de cuidadores de idosos. O problema é que o olhar humano na saúde está em risco diante destes impactos”, revela o professor.

Paulo Boff coordena um núcleo de inovação na Unisul. “Impressoras 3D podem imprimir um órgão do corpo humano durante o tempo de uma cirurgia para fazer uma prótese compatível, e médicos podem monitorar níveis de glicemia e gordura em tempo real por meio de sensores implantados no organismo de pacientes” exemplifica Boff. “Quem hoje faz exames de sangue rotineiramente, vai até uma clínica, colhe o material, espera o resultado laboratorial sair, vai ter todos estes dados em tempo real, a todo momento”.

 

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